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Urna eletrônica: especialistas e Justiça Eleitoral detalham barreiras contra ataques e fraudes

TRE/SP No dia 4 de outubro, serão utilizadas 560.011 urnas eletrônicas A urna eletrônica é imune a invasões cibernéticas por funcionar de forma isolada, sem placa de rede ou qualquer tipo de conexão à internet. A garantia é do secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), Andrey Bernardes. Além de operar fora da rede (offline), o equipamento só executa programas previamente inspecionados e homologados. O processo conta com cerca de 40 etapas

Por Redação Tá na Mídia · 2026-09-02 02:12:52

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Urna eletrônica: especialistas e Justiça Eleitoral detalham barreiras contra ataques e fraudes

TRE/SP No dia 4 de outubro, serão utilizadas 560.011 urnas eletrônicas A urna eletrônica é imune a invasões cibernéticas por funcionar de forma isolada, sem placa de rede ou qualquer tipo de conexão à internet. A garantia é do secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), Andrey Bernardes. Além de operar fora da rede (offline), o equipamento só executa programas previamente inspecionados e homologados. O processo conta com cerca de 40 etapas de auditoria. A preparação das urnas ocorre diante de juiz eleitoral, Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), imprensa e entidades fiscalizadoras. Ao final da votação, a máquina emite o Boletim de Urna (BU) impresso, que fica acessível aos fiscais e é fixado publicamente na seção eleitoral com o resultado dos votos. Bernardes ressalta que o equipamento integra uma estrutura ampla, que inclui o cadastro de votantes e candidatos, a transmissão criptografada e a apuração oficial. “A urna eletrônica está integrada a um grande ecossistema de sistemas interligados. O objetivo dela é colher os votos dos eleitores e somá-los ao final da votação para envio ao sistema de totalização”, explicou o secretário. Para combater a desinformação, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mantém uma página na internet voltada a checar e esclarecer boatos sobre as eleições. Roberto Jayme/Ascom/TSE A urna grava os votos de forma aleatória em uma tabela criptografada para proteger o sigilo do eleitor Criptografia e sigilo do voto O modelo adotado no país é de primeira geração — no qual o voto é integralmente digital —, explica o engenheiro de computação do Instituto Aaron Swartz, Lucas Lago. O especialista ressalta que o sistema evoluiu ao longo dos anos: a urna grava os votos de forma aleat

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Fonte: Agência Câmara — Eleições